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Dia Mundial da Malária 2021


Teste rápido da malária

25 de Abril é o Dia Mundial da Malária, uma oportunidade para fortalecer a consciencialização sobre essa doença mortal e renovar o nosso apoio ao Objectivo do Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas de acabar com a epidemia de malária até 2030.

Hoje, essa doença evitável e tratável, ainda ceifa muitas vidas em todo o mundo. Em 2019, cerca de 229 milhões de pessoas em todo o mundo adoeceram com a malária e 409 mil morreram. Destas, 67 por cento eram crianças com menos de cinco anos. Embora quase metade da população mundial esteja em risco de sofrer da malária, a África Subsaariana regista 94 por cento dos casos e mortes, em parte por causa da virulência do patógeno existente na região

No entanto, a situação tem melhorado continuamente desde o início do século, graças ao trabalho dedicado de controlo do mosquito, prevenção das picadas e medicamentos antimaláricos. Este ano, a comemoração do Dia Mundial da Malária assinala conquistas dos países que têm reduzido imenso o número de casos e que se aproximam mesmo da eliminação da malária. De facto, de acordo com o Relatório Mundial da Malária 2020, as duas últimas décadas assinalam um sucesso global sem precedentes na luta contra a doença, apesar dos desafios significativos causados pela resistência aos medicamentos antimaláricos e pela Covid-19. Por exemplo, nos últimos 20 anos, seis dos países com maior incidência na sub-região do Mekong viram os casos de malária cair em 97 por cento e as mortes por malária em mais de 99 por cento.

De facto, em 2019, 27 países notificaram menos de 100 casos indígenas de malária, contra seis em 2000. A situação continuará a melhorar, mas apenas com a vontade política de eliminar este flagelo e os fundos necessários para combatê-lo.

Os Estados Unidos são o maior doador bilateral para programas de controlo e eliminação da malária em todo o mundo. No ano fiscal de 2021, o financiamento bilateral dos EUA para controlo e pesquisas foi de 979 milhões de dólares. Além disso, os Estados Unidos são o maior doador do Fundo Global de Luta contra a Sida, Tuberculose e Malária, que fornece mais de 50 por cento de todo o financiamento internacional para programas de malária. Ainda assim, para que a malária seja derrotada, é preciso mais.

Nas palavras do Dr. Anthony Fauci, director do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos e consultor médico chefe do Presidente Joseph Biden, “a menos que queiramos enfrentar a persistência e até mesmo o ressurgimento da malária no próximo século e nos vindouros, devemos manter a nossa determinação de erradicar totalmente este flagelo mortal em todo o mundo. Pode ser feito".

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