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Estados Unidos responsabilizam violadores dos direitos humanos na China


Trabalhadores passam em frente à vedação do que é conhecido oficialmente como centro vocacional em Dabancheng, região autónoma de Xinjiang Uighur , China, 4 set, 2018.(arquivo)

O Partido Comunista Chinês (PCC) impôs restrições draconianas à liberdade de expressão, religião ou crença, associação e direito de reunião pacífica na China. Os Estados Unidos, disse o secretário de Estado Mike Pompeo, “deixaram claro que os autores de abusos dos direitos humanos como esses não são bem-vindos no nosso país”.

Para esse fim, os Estados Unidos impuseram restrições adicionais nos termos da Lei de Imigração e Nacionalidade à emissão de vistos para funcionários chineses que se acredita serem responsáveis ou cúmplices de políticas ou acções destinadas a reprimir praticantes religiosos e espirituais, membros de grupos de minorias étnicas, dissidentes, defensores dos direitos humanos, jornalistas, sindicalistas, líderes da sociedade civil e manifestantes pacíficos. Os familiares dessas pessoas também podem estar sujeitos a essas restrições. As novas restrições são aplicáveis a todas as autoridades chinesas envolvidas em políticas ou acções repressivas contra esses grupos, independentemente de sua localização.

Este ano, os Estados Unidos impuseram restrições de visto e sanções financeiras aos oficiais do PCC responsáveis por abusos horríveis em Xinjiang, onde foram colocadas restrições ao acesso de diplomatas americanos ao Tibete, contribuindo assim para a erosão da autonomia prometida a Hong Kong sob a Declaração Conjunta Sino-Britânica. Essas acções demonstram o empenho do Governo dos EUA de responsabilizar o PCC pela sua crescente repressão contra o povo chinês.

Os Estados Unidos estão ao lado de muitos indivíduos perseguidos pelo PCC por tentarem exercer os seus direitos fundamentais. Entre eles, estão o advogado Xu Zhiyong, o pastor da igreja doméstica Wang Yi, o activista cívico Huang Qi, o académico uigur Ilham Tohti, o defensor da democracia de Hong Kong Jimmy Lai e o linguista e empresário tibetano Tashi Wangchuk, entre muitos outros.

O secretário de Estado Mike Pompeo pediu a “libertação imediata e instou as autoridades do PCC a respeitar os direitos humanos e as liberdades fundamentais a que o povo da China tem direito, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos”.

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